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domingo, maio 07, 2006

Governo Lula avançou em todas as áreas


BALANÇO COMPARATIVO


* Emprego

* Desenvolvimento

* Inclusão social



Governo Lula avançou em todas as áreas. Compare!
O governo do presidente Lula tem apresentado resultados muito positivos nos mais diversos setores. Se compararmos o desempenho da atual gestão com a anterior, de FHC, veremos que o governo Lula ganha em todas as áreas: gerou muito mais empregos, avançou na política de desenvolvimento e possibilitou a inclusão de muito mais cidadãos. Confira :

Emprego
São vários os índices e as metodologias para se chegar aon úmero de empregos criados e às taxas de desemprego no país. Todas elas mostram a mesma coisa: o governo Lula está cumprindo uma de suas prioridades de campanha ao possibilitar a criação recorde de postos de trabalho e reduzir o número de desempregados no Brasil.

1. Postos com carteira assinada batem recorde
O governo Lula tem batido sucessivos recordes na criação de postos formais detrabalho. Por ano, são mais de 1 milhão de vagas novas com carteira assinada, contra menos de 90 mil anuais na gestão de Fernando Henrique Cardoso. Em três anos, o atual governo criou 3,42 milhões de empregos formais. Na gestão anterior, foram apenas 700 mil em oito anos.












2. Desemprego cresceu com FHC e caiu com Lula
Com base em dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio), o governo FHC aumentou o desemprego em 50% entre 1995 e2002. Já a gestão Lula, em dois anos, reduziu o índice em 1,4%. De acordo com a PME (Pesquisa Mensal de Emprego), o aumento foi de 41% na gestão tucana, e a redução foi de 29% em três anos de governo Lula. Ambas as pesquisas são do IBGE.












3. Índice em 2005 desceu para 8,3%
A taxa de desemprego caiu de11,7% em 2002 (março a dezembro) para 9,8% em 2005 (mais baixa taxa desde o início da pesquisa com nova metodologia em 2002), o que representa uma queda de 29%.



4. Desemprego entre jovens caiu 17,4% O número de desempregados caiu em todas as faixas etárias durante o governo Lula. Entre os jovens de 15 a 17 anos, a queda foi de17,4% nos últimos três anos. Confira o índice de redução nas outras faixas etárias:

5. Maior queda ocorreu entre os menos escolarizados A maior queda na taxa de desemprego se deu entre aqueles trabalhadores de menor escolaridade (sem instrução ou menos de 8 anos de estudo). Entre dezembro de 2002 e dezembro de 2005, a redução foi de 30%. Confira nas outras faixas:

6. São Paulo tem menor taxa de desemprego em 8 anos A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo caiu de 19% em 2002(FHC) para 16,9% em 2005 (LULA), a mais baixa desde 1997.

7. Menos 300 mil desempregados nas regiões metropolitanas A população desocupada caiu de 2,141 milhões em dez/2002 para 1,840 milhões em dez/2005 nas 6 principais regiões metropolitanas. Isso representa uma queda de 14%(cerca de 300 mil desempregados a menos).

Novo modelo de desenvolvimento

1. Exportações Houve um aumento de 96% nas exportações entre 2002 (o último ano do governo FHC) e 2005. Os resultados refletem a forte política de promoção comercial e industrial, além de medidas de desburocratização das normas e procedimentos operacionais de comércio exterior.

1.1 Crescimento anual é maior no governo Lula Enquanto as exportações cresceram a uma taxa média anual de 4,2% nos anos de1995-2002, no governo Lula o índice subiu para 25,1%.


1.2 Balança comercial é superavitária depois de 8 anos com déficit Nos oito anos de governo FHC, a balança comercial (exportações menos importações) teve um déficit deUS$ 8,4 bilhões(média anual:US$ 1,06 bilhão de déficit). Já nos três primeiros anos do governo Lula, os resultados foram bem diferentes, com superávit de US$ 103,3 bilhões (média anual de US$ 34,4 bilhões de superávit).

1.3 Transações correntes com exterior têm superávit após 8 anos Após oito anos de déficit, o saldo das transações correntes com o exterior teve superávit nos três anos do governo Lula. O saldo em transações corentes do Balanço de Pagamentos é o resultado de todas as operações do país com o resto do mundo

2. Risco-país despenca O risco-país é um índice que mede o grau de“perigo”que um país representa para o investidor estrangeiro. Graças a uma gestão firme e responsável, o governo Lula reverteu a grave crise herdada do governo anterior, o que gerou maior confiança por parte dos investidores estrangeiros na economia brasileira, fazendo o risco-país despencar.

3. Inflação cai a índices históricos Todos os índices que medem a inflação registram queda brusca desde 2002. A taxa de inflação medida pelo IGP-DI caiu de 26,41% em 2002 para 1,22% em 2005, a mais baixa desde 1945. Confira os demais índices:

4. Governo Lula zera dívida com FMI e Clube de Paris No final de 2005, o governo Lula decidiu quitar antecipadamente a dívida brasileira junto ao FMI, que venceria apenas em 2007, economizando US$900 milhões em pagamento de juros. Fez o mesmo com a dívida como Clube de Paris. Com essas medidas inéditas, o país decretou sua autonomia, reduziu sua vulnerabilidade econômica e reservou mais recursos para investimentos.


5. Dívida pública líquida é menor em 2005 A dívida pública diz respeito aos empréstimos contraídos pelo governo com entidades ou pesoas para financiar parte dos seus gastos ou alcançar objetivos de gestão econômica, tais como controlar o nível de atividade, o crédito ou o consumo. Um parâmetro importante é a relação desa dívida com o PIB (Produto Interno Bruto) nacional, que indica a capacidade do país em honrar seus compromisos. Em1994, essa relação era de 30%. Depois, para financiar a fantasia da paridade cambial (1 real igual a 1 dólar), que provocava acentuados déficits na balança comercial, o governo FHC teve de captar dólares no exterior, multiplicando o endividamento em moeda norte-americana. Com a abrupta valorizaço do dólar, em 1999, a relação dívida/PIB explodiu, chegando a 55,5% em 2002. No governo Lula, com o aumento do PIB, o crescimento das exportações e a conseqüente valorização do real, o índice voltou a cair.

6. Dívida externa cai a menos de 3% do PIB Uma série deaçesdo governo Lula levou à valorização do real e ao fim dos empréstimos atrelados ao dólar, fazendo com que a relação da dívida externa/PIB também sofresse drástica redução, saindo de 14,28% em 2002 para 2,59% em 205.

7. Investimentos do BNDES cresceram 23% O Brasil tem um dos maiores bancos de fomento do mundo, o BNDES, que apóia projetos industriais, a inovação tecnológica, o comércio exterior e o aumento da inserção internacional de empresas. No governoLula, também cresceu a atenção doBNDES com as micro e pequenas empresas. Entre 2003 e 2005, os valores desembolsados pelo BNDES atingiram R$ 109 bilhões, sendo R$ 65 bilhões em investimentos fixos (implantação, expansão e modernização) e aquisição de equipamentos.

8. Financiamentos habitacionais cresceram 163,5% em 3 anos Os empréstimos no SFH (Sistema Financeiro da Habitaço) cresceram de R$ 1,736bilhão, em 2002, para R$ 4,564 bilhões em 205, o que representa um crescimento de163,5% em três anos.


9. Taxa de crescimento real do PIB O PIB (Produto Interno Bruto) representa a soma de todas as riquezas produzidas porum país. No governo Lula, já descontadas a variação do dólar e o crescimento populacional, o crescimento médio do PIB brasileiro será entre 26% e 35,9% maior do que amédia dos quatro primeiros anos de FHC.

10.Produção Industrial
10.1 Crescimento industrial dobra com Lula
A produção industrial no governo Lula(2003-2005) cresceu a uma taxade 3,77% ao ano, quase o dobro (+95%) da média anual do governo FHC, que foi de 1,94%.


10.2 Produção de bens de consumo duráveis cresce 11,8% ao ano A produção industrial de bens de consumo duráveis no governo Lula (2003-205) cresceu a taxa de 11,8% a.a. No governo FHC a taxa foi de 2,4%.a.a.


10.3 Produção de bens duráveis no pólo industrial de Manaus

10.4 Produção automobilística é a maior da história A produção de veículos cresceu 36,6%, saltando de 1,8 milhões de unidades em 2002 para 2,4 milhões em 2005 — amaior produção da indústria automobilística da história do Brasil.

10.5 Pronaf recebe valor recorde de recursos A agricultura familiar ganhou um conjunto de programas que está melhorando avida dos pequenos produtores do campo. O Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), por exemplo, que havia emprestado no máximoR$ 2,2 bilhões até 2002, triplicou de valor na safra 2004/2005 e quadruplicou nasafra 2005/2006.

11.Salário Mínimo
11.1 Sob Lula, crescimento real do mínimo é maior
Confira o índice de crescimento real do mínimo acumulado entre datas de reajusteem % (deflator INPC/IBGE – critério Caixa):


11.2 Valor do mínimo em dólares cresceu 176% desde 2002

11.3 Valor médio em 2006 supera patamar dos últimos 26 anos A evolução do salário mínimo real médio (¹) entre 1980 e 2006(²), considerando o reajuste para R$ 350 em abril, revela que o novo valor médio anual em 206 superará o patamar registrado nos últimos 26 anos.

11.4 Poder de compra do salário mínimo quase dobra Em 1996, era possível comprar 1,23 cesta básica com o valor de um salário mínimo. A partir do reajuste válido a partir de abril de 2006, quando o salário passará a ser de R$ 350, será possível comprar 2,20 cestas básicas.

11.5 Poder de compra A política de valorização do salário mínimo adotada no governo Lula aumentou o poder de compra da população em relação a vários itens da cesta básica. Confira abaixo alguns deles:

12 Cesta básica
12.1 A elevaço do custo da cesta básica tem menor variaçono governo Lula (¹):

12.2 Produtos da cesta básica ficam mais baratos Confira na tabela abaixo a variação do preço médio de produtos da cesta básica nos oito anos do governo FHC e compare com os três anos do governo Lula. Os dados são da cidade de São Paulo (em %):

Inclusão social


1. Brasil está menos desigual De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios — PNAD/IBGE, houve acentuada redução das desigualdades sociais no governo Lula. Em 2004, o índice de Gini (que mede o grau de desigualdade na distribuição de indivíduos, segundo a renda domiciliar percapita) atingiu seu nível mais baixo desde 1981. Veja:

1.1 Aumenta a participação dos mais pobres na renda

1.2 Cai o percentual de pobres no Brasil


1.3 Total de miseráveis é o mais baixo em 14 anos O percentual de miseráveis caiu de 26,23% em 2002 para 25,08% em 2004, o nível mais baixo desde 1992. Segundo o Centro de Políticas Sociais da FGV, é considerado miserável todo cidadão que tem uma renda mensal abaixo de R$ 115.


2. Transferência de renda a famílias sobe 208% Os Programas de transferência no governo Lula envolvem Bolsa Família, Bolsa Escola, Bolsa Alimentação, Cartão Alimentação e Auxílio Gás. Os quatro últimos são remanescentes do governo FHC. O Bolsa Família, criado pelo governo Lula, é a unificação de todos eles em um só programa, com melhoria do cadastro, eliminação das duplicidades e aumento significativo dos repasses: o total de recursos transferidos saltou 208% entre 2002 e2005.O valor que cada família recebe também aumentou expressivamente (180%).


3. Mais saúde para a população
3.1. Aumenta a população atendida pelo Saúde da Família
O Ministério da Saúde tem priorizado a saúde da família como eixo da atenção básica. Houve um aumento na cobertura da população. Cerca de 24 mil equipes e 205 mil agentes comunitários de saúde atuam hoje no teritório nacional. Acobertura passou de 30,4% para 43,4% da população entre 2002 e 2005.

3.2 Saúde bucal chega a mais brasileiros A cobertura das equipes de saúde bucal também teve aumento substantivo nos últimos três anos. Mais de 12 mil equipes atuam como parte da Política Nacional de Saúde Bucal, que tem como importante linha de ação o Programa Brasil Soridente.



3.3 Mortalidade infantil indígena despenca Após aumento de 96,6% no número de servidores (equipes multidisciplinares de saúde indígena), o coeficiente de mortalidade infantil caiu significativamente, como mostra o quadro abaixo. A rede própria para a atenção básica cresceu 56,8%, comparada a 2002. O saneamento, até 202, atendia cerca de 25% das aldeias. Em 205, foi aprovado, para saneamento em áreas indígenas, um montante de R$ 26,7 milhões — aumento de 51% em relação a 2003.


Faça o download desse Balanço comparativo em PDF: http://www.pt.org.br/site/outros/jornal_pt_noticias_03.asp

1 Comments:

At 23/5/06 06:58, Anonymous Anônimo said...

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