:: Blog da Reeleição .:. LULA 2006 ::: Resposta do ombudsman

sexta-feira, outubro 20, 2006

Resposta do ombudsman


Essa foi a resposta do ombudsman da Folha de São Paulo ao meu email:





Devo escrever sobre o assunto na minha coluna do próximo domingo.

Marcelo Beraba

Ombudsman - Folha de S.Paulo
Al. Barão de Limeira, 425 - 8o. andar
01202-900 - São Paulo - SP
Telefone: 0800 159000Fax: (11) 3224-3895
ombudsman@uol.com.br


Claro.

Assim, ele terá tempo de formular uma desculpa padrão em conjunto da Globo, Estado de São Paulo e demais orgãos de imprensa envolvidos no golpe.

Vejam bem, a matéria da Carta Capital é de sexta-feira passada e a Folha se pronunciará somente no domingo que vem. Esse enorme espaço de tempo sem dar uma satisfação ao leitor nos deixa a sensação de que "tem coisa aí".

Esse silêncio só pode ser atestado de culpa.

João

1 Comments:

At 20/10/06 22:00, Anonymous jose justino de souza neto said...

O falso moralismo do imprensalão foi desmascarado de forma espetacular pela revista Carta Capital.

Uma mídia tão rasteira como essa só consegue sobreviver às custas da privatização do Estado, que é a forma que o imprensalão e seus proprietários se locupletam da rapina que as quadrilhas da privataria promovem. Não é por menos que os bandidos colocam seus representantes como titulares ou suplentes de senadores.

A outra face dessa mídia abjeta é a subserviência e o servilismo aos interesses do Departamento de Estado. É muito triste e constrangedor ver jornalistas se comportarem como se fossem cidadãos ianques na defesa que fazem dos interesses de Washington. Quem assiste esses jornalecos da TV pode comprovar isso diariamente. A voz do patrão do norte nunca é contestada. Em compensação, os inimigos do patrão ou não tem direito a voz ou são permanentemente apontados como ditadores ou ridicularizados.

O imprensalão foi, finalmente, desmascarado. Seus arrotos falso-moralistas só terão os ouvidos dos basbaques e de seus discípulos pequeno-burgueses afetados e "orgulhosos" de suas vidinhas que não necessitam de programas sociais para sobreviver.

 

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