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sábado, novembro 25, 2006

A blogosfera lulista e a re-eleição do presidente Lula, no Brasil-2006: a luta continua!


CAIA FITTIPALDI (20/11/2006)


Já é assunto resolvido que em 2006, no Brasil, a blogosfera lulista teve papel importante na reeleição do presidente Lula. E também é assunto bem resolvido que, em 2006, a Rede Globo outra vez teve papel decisivo no movimento de impor ao Brasil o segundo turno das eleições presidenciais.

Já ninguém tem dúvidas de que, nas eleições presidenciais de 2006, legiões de eleitores brasileiros sub-informados, quando não ativamente mal informados, foram paralisados, postos em estado de choque e de catatonia política mediante a exibição cenográfica daqueles dinheiros cenográficos, tratados como ‘objetos de cena’ da grande cena chamada então, pela televisão e por todos os jornalões, de “dossiegate”.

Embora esse movimento da Rede Globo tenha tido efeito e resultado finais completamente diferentes do que a Rede Globo esperava obter, não há dúvida de que a Rede Globo conseguiu empurrar as eleições para um segundo turno e deu sobrevida ao seu candidato.

“Jornalismo’ de insultos”

Esse tempo de sobrevida, então, foi usado por todos os jornalões, colunistas e ‘marketeiros’ dos candidatos tucanos-pefelistas, para que se impusesse à sociedade brasileira, pelos jornalões e pela Rede Globo, um muito espantoso “jornalismo de insultos” contra o presidente Lula, candidato à reeleição e seus milhões de eleitores. A expressão “jornalismo de insultos” é do jornalista Luis Nassif , e descreve muito bem o anti-jornalismo que se fez no Brasil, entre o primeiro e o segundo turno das eleições presidenciais de 2006.

(...)

Para ler todo o texto, conecte-se ao site http://www.informante.net

sexta-feira, novembro 17, 2006

Aos meus solertes detratores






Aviso aos meus solertes detratores. A festa de CartaCapital, realizada este ano no dia 6 passado, é evento anual desde 1997. Foi hospedada por seis vezes pela Fiesp, uma pela Federação do Comércio de São Paulo, e duas em belo local chamado Rosa Rosarum. Ligou-me, aliás, no começo desta semana, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, gostaria que a próxima voltasse à Federação paulista. A festa destina-se a celebrar o aniversário da revista que completou 12 anos. E também à premiação das Empresas Mais Admiradas no Brasil, resultado de uma respeitadíssima pesquisa conduzida junto a empresários e executivos, mais de mil, pela Interscience de Paulo Secches. Em total independência, sem o mais leve risco de interferência da redação. O presidente esteve presente, e discursou, nas últimas três edições. Em 2004 foi menos aplaudido que o então governador Geraldo Alckmin. José Serra, Mario Covas, José Alencar já compareceram, entre outras autoridades. Nunca faltaram, por exemplo, 90% do PIB nacional. Do presidente Lula sou amigo há quase 30 anos. Cito, se permitem, parte do meu pronunciamento de boas vindas no evento do dia 6.

“Em relação exatamente à minha vida, não nutro enormes orgulhos, como indivíduo, como cidadão, como jornalista. Mas alguns eu tenho, sim. Por exemplo. Fui o primeiro jornalista brasileiro que escreveu uma reportagem de capa sobre um metalúrgico, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo e Diadema, Luiz Inácio da Silva, o Lula. E a capa saiu na Istoé que eu dirigia em fevereiro de 1978. Lula surgia naquela capa, de pêlo negro, profundamente negro e de bigode mexicano. Contava eu com a ajuda de um repórter chamado Bernardo Lerer.
(...)

Estas linhas fazem parte de um texto do jornalista Mino Carta em seu blog (http://blogdomino.blig.ig.com.br). Não foi possível resistir a postagem de mais um trabalho do Mino. As visitas a seu blog tornaram-se obrigatórias e necessárias para aqueles que acreditam que ainda existam jornalistas de verdade.

Voto de cabresto






A próxima edição de CartaCapital traz uma longa entrevista do antropólogo Otávio Velho, notável pensador do Brasil atual. Diz ele que já não é o caso de se falar em grotões, a era dos senhores de engenho e dos coronéis acabou. Se bem entendo, a era do voto de cabresto nas regiões tidas como mais medievais. Acrescento, porém, que a prática transferiu-se do norte para o sul, de forma clamorosa em São Paulo, estado e capital. Outrora, os senhores lotavam de peões a boléia de um caminhão e os remetiam para as urnas com cédulas prontas nas mãos. Calejadas. Hoje, a mídia põe o voto nas mãos bem tratadas dos privilegiados e dos aspirantes ao privilégio. Põe o relacionamento entre o fígado e a alma e as palavras na boca. Põe a alienação, o corporativismo fascistóide, o ódio de classe, o racismo, o golpismo, e todas suas senhas e frases feitas. Voto de cabresto classe A e B um.

Este texto pode ser encontrado no blog do Mino (http://blogdomino.blig.ig.com.br)



quarta-feira, novembro 15, 2006

MINO GANHA NA JUSTIÇA CONTRA MAINARDI E ABRIL

Paulo Henrique Amorim

A Justiça de São Paulo, Vara Cível de Pinheiros, condenou Diogo Mainardi e a Editora Abril por violação da honra e injúria contra o jornalista Mino Carta.

Numa coluna na revista Veja, Mainardi disse que Mino se submetia ao empresário Carlos Jereissati para fazer reportagens contra Daniel Dantas, na revista Carta Capital.

Mainardi também disse que Mino se equipararia aos “mensaleiros”.

Por isso, Mainardi e a Abril foram condenados e vão ter que pagar uma indenização a Mino Carta.

A Justiça não deu ganho de causa a Mino, quando Mainardi diz que, numa determinada edição da Carta Capital, havia mais anúncios do Governo do que da iniciativa privada. O que configuraria uma dependência da revista ao Governo.

A Juíza considerou o argumento de Mino, “subjetivo” e improcedente.

Mino vai recorrer dessa parte da sentença.

O advogado de Mino é Marco Antonio Rodrigues Barbosa.

Clique aqui para ler a sentença no site do Tribunal de Justiça.

FICAMOS LIVRES DESSA RAÇA

(Texto de JUSSARA SEIXAS)

Vamos ver os resultados da eleição, daqueles que foram estrelas das CPIs. Todos que ofenderam o presidente Lula:




Arthur Virgilio 3% PSDB, não se elegeu governador do Amazonas. O presidente Lula teve 86,80% dos votos válidos no Amazonas



ACM, senador da Bahia,PFL não elegeu seu candidato a senador, e nem para governador, venceu Jaques Wagner do PT. O presidente Lula teve 78,08% dos votos válidos na Bahia

Eduardo Paes, PSDB, ficou em 5º colocado na eleição para governador do RJ. O presidente Lula teve 69,69% dos votos válidos n RJ





Heloisa Helena, PSOL- Alagoas, teve 6% de votos no 1º turno. O presidente Lula se elegeu com 61,45% dos votos válidos em Alagoas.







Garibaldi Alves do PMDB, não se elegeu governador do RN, e os votos do presidente Lula foram 69,73%.





Moroni Torgan, PFL, perdeu a vaga no senado pelo Ceará,para Inácio Arruda do PC do B, e aonde Lula teve 82,38% dos votos válidos.





Além desses que perderam a eleição, vamos ficar livres em 2007 de:





Jorge Bornhausen,




José Apagão Jorge, do Rodolfo Tourinho, de Antero Paes de Barros,de Juvêncio da Fonseca, de Heloísa Helena,





Da deputada Zulaiê Cobra, (Afanázio Jazadi de calças)



do deputado Baba, da deputada Maninha.





De Pauderney Avelino (mais pau, do que Ney)





E...dele:



Roberto Jefferson, cassado, e que não conseguiu eleger sua filha deputada pelo Rio de Janeiro, torrando aqueles 4.000.000 de reais que ele disse ter "ganho" no mensalão!!!







Copiado do site http://www.blogdoonipresente.blogspot.com

segunda-feira, novembro 13, 2006

A “ética” do cinismo

No dia em que a grande imprensa saiu em defesa da Veja, Emir Sader foi condenado por crime de opinião. Quem chama Lula de “bêbado” e “mentiroso” e defende a extinção da raça da esquerda está exercendo a liberdade de imprensa. Quem responde a tais xingamentos é condenado. De que liberdade estamos falando?

Marco Aurélio Weissheimer

O juiz Rodrigo César Muller Valente, da 22ª Vara Criminal de São Paulo, condenou Emir Sader por injúria “à pena de um ano de detenção, em regime inicial aberto, substituída nos termos do artigo 44 do Código Penal por pena restritiva de direitos, consistente em prestação de serviços à comunidade ou entidade pública, pelo mesmo prazo de um ano, em jornadas semanais não inferiores a oito horas, a ser individualizada em posterior fase de execução”.

O crime cometido por Emir, segundo o juiz, foi ter chamado o senador Jorge Bornhausen (PFL-SC) de racista, em um artigo que comentava a declaração do dirigente do PFL que afirmou seu desejo de “ver-se livre desta raça por 30 anos”, referindo-se ao PT e à esquerda em geral. A sentença do juiz Valente também determina o afastamento de Emir da condição de professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Na avaliação do magistrado, Emir “valeu-se da condição de professor de universidade pública para praticar o crime”.

Contextualizando o que foi dito por Emir Sader não custa lembrar: em 2005, no auge da crise política, o senador Bornhausen não conteve a euforia diante dos episódios que atingiam o PT e expressou seu desejo de se “livrar desta raça por 30 anos”. O feitiço virou contra o aprendiz de feiticeiro. Quem resolveu se “livrar desta raça” foi o povo brasileiro que varreu o PFL dos governos estaduais.

O partido do sr. Bornhausen venceu apenas no Distrito Federal com o ex-tucano José Roberto Arruda. Em 1998, o PFL tinha seis governadores eleitos. Em 2002, caiu para quatro. Agora, ficou só com o Distrito Federal. Seus maiores fracassos este ano ocorreram na Bahia (com a derrota no primeiro turno do governador Paulo Souto para o petista Jacques Wagner), em Pernambuco (com a derrota de Mendonça Filho para Eduardo Campos, do PSB) e no Maranhão (com a derrota de Roseana Sarney). O desejo de Bornhausen virou maldição e ele viu seu partido minguar em todo o país. Agora, ele tenta obter uma vitória na Justiça contra Emir Sader. Deveria aproveitar e processar o povo brasileiro também, que resolveu escantear a "raça" pefelista.

O grito dos “independentes”
Enquanto isso, a Veja, a Folha de São Paulo e a Rede Globo, entre outros, protestam contra a ameaça à liberdade de imprensa no Brasil. E os escribas da direita de plantão seguem acusando e insultando lideranças da esquerda, dia e noite, sem que nada lhes aconteça. Lula já foi chamado inúmeras vezes de “bêbado”, “mentiroso”, “ladrão”, “corrupto”, apenas para citar os adjetivos mais leves. Qualquer menção a uma reação jurídica aos que emitem tais opiniões é imediatamente taxada de “ameaça à liberdade de imprensa”.

O editorial da Folha de São Paulo desta quarta-feira (1°) afirma: “Confirma-se o ceticismo a respeito da brandura que marcou a atitude da campanha de Lula para com a imprensa no segundo turno. Um verniz de humildade substituíra a arrogância, o desapego à prestação de contas e a truculência do petismo governista enquanto interessava ao cálculo eleitoral. Fechadas as urnas, setores da militância do PT puseram em marcha uma campanha que tenta intimidar meios de comunicação independentes”. Meios de comunicação independentes? Independentes do que e de quem exatamente? Nunca é demais lembrar alguns números sobre a concentração da mídia no Brasil.

O poder midiático no Brasil se concentra nas mãos de algumas poucas famílias e empresas. O maior grupo de comunicação do país, a Rede Globo, possui 227 veículos, entre próprios e afiliados. É o único dos grandes conglomerados que possui todos os tipos de mídia, a maioria dos principais grupos regionais e a única presente em todos os Estados brasileiros. A indústria televisiva domina o mercado da publicidade, detendo cerca de 56,1% de suas verbas. Em segundo lugar vêm os jornais, com 21,5%, as revistas com 10,6% e as rádios com 4,9%. Todos os outros veículos somados chegam a 6,9% do mercado publicitário. Sozinha, a Rede Globo detém mais da metade do mercado televisivo brasileiro.

Além do imenso poderio da Globo, outros seis grandes grupos regionais se destacam. A família Sirotsky comanda a Rede Brasil Sul de Comunicações, controlando o mercado midiático no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. A família Jereissati está presente no Ceará e em Alagoas. A família Daou tem grande influência no Acre, Amapá, Rondônia e Roraima. A mídia da Bahia pertence à família Magalhães. No Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, os negócios são controlados pela família Zahran. E, por fim, a família Câmara tem grande influência em Goiás, Distrito Federal e Tocantins. Segundo dados da Associação Nacional de Jornais, relativos ao período 2001-2003, apenas seis grupos empresariais concentram a propriedade de mais da metade da circulação diária de notícias impressas no país. Sozinhos, estes veículos respondem por cerca de 55,46% de toda produção diária dos jornais impressos.

Qualquer menção à necessidade de democratizar esse cenário é rebatida fortemente por artigos e editoriais destes grupos hegemônicos. Artigos como o publicado pelo colunista Merval Pereira nesta quarta-feira no jornal O Globo, que denuncia um “surto autoritário” por parte do governo Lula e do PT. “Que governo é esse que mal saído das urnas com uma consagradora vitória eleitoral precisa dar uma demostração de força contra a liberdade de imprensa?”, indaga o colunista. Logo em seguida, critica duramente a proposta levantada por Ciro Gomes no sentido de incentivar os meios de comunicação alternativos. “Essa solução oficial para incentivar uma mídia independente com dinheiro público, além de risível pela própria incoerência, tem precedentes históricos ruins: foi na CPI do jornal Última Hora, criado a partir de empréstimos generosos do Banco do Brasil para defender o governo de Getúlio Vargas, que surgiu a expressão mar de lama”, escreve Merval.

Para o colunista, o dinheiro público deve continuar indo apenas para o fortalecimento dos monopólios midiáticos já existentes. Ele esquece de mencionar os negócios generosos firmados entre a Rede Globo e a ditadura militar que ajudaram a transformar o grupo no que é hoje. Aí, para ele, não houve nenhum “mar de lama”. Talvez de sangue, não custa lembrar.

Uma das coisas mais constrangedoras, para dizer o mínimo, no jornalismo atual é ver jornalistas comprando integralmente a pauta das empresas onde trabalham como se ela expressasse um valor universal. Assim, vemos jornalistas indignados quando a linha editorial dos veículos onde trabalham é criticada, como se a crítica fosse dirigida a eles pessoalmente. A indigência cultural e política que grassa em boa parte das redações brasileiras é de chorar num cantinho. Mais triste ainda é ver quem está entrando no “mercado de trabalho” louco para arrumar um emprego na Globo, na Folha de São Paulo, na Veja, na RBS, etc.

O deslumbramento com a possibilidade do holofote só é inferior à vontade de subserviência e submissão a um trabalho acrítico e, muitas vezes, medíocre. Aqueles poucos, então, que conseguem um holofote maior transformam-se em verdadeiros relações públicas das empresas onde trabalham. E há aqueles, que para isso, não hesitam em fazer qualquer serviço que o patrão solicitar. Esse quadro só parece piorar, com o aumento da competição e a diminuição de espaços de trabalho.

A “ética” do cinismo
Não se lerá em nenhum veículo da chamada grande imprensa, por exemplo, a denúncia feita pelo desenhista gaúcho Santiago, que teve um trabalho seu publicado sem autorização pela revista Veja. Pior ainda, publicou mesmo tendo sido desautorizado a fazê-lo. É o próprio Santiago quem relata: “Dois dias antes da eleição (segundo turno), recebi um telefonema de um funcionário da redação da revista Veja pedindo autorização para usar este desenho. Respondi que não autorizava pois não concordava com a linha editorial da revista. Repeti que não gostaria de ver trabalho meu nesse momento histórico nas páginas dessa publicação. Pois no sábado fui à banca, abri a revista e lá estava a minha charge publicada na página de apresentação da edição. Mais do que usar um trabalho sem autorização, Veja usou um trabalho que havia sido verbalmente desautorizado pelo autor. Um belo exemplo da arrogância da grande imprensa”.

A julgar pelos argumentos utilizados por Veja, por Merval Pereira e pelo editorial da Folha de São Paulo, Santiago também estaria ameaçando a “liberdade de imprensa” ao protestar contra a atitude autoritária e ilegal da revista.

Em um artigo publicado nesta quarta no jornal Valor Econômico, intitulado “As suaves truculências da liberdade”, Luiz Gonzaga Belluzzo reproduz uma reflexão do pensador francês Paul Virilio sobre o papel da mídia no mundo contemporâneo. Uma reflexão que põe o dedo na ferida e indica o tamanho do problema a ser enfrentado:

“O filósofo Paul Virilio chegou a uma conclusão drástica: a mídia contemporânea é o único poder que tem a prerrogativa de editar suas próprias leis, ao mesmo tempo em que sustenta a pretensão de não se submeter a nenhuma outra. A justificativa para tal procedimento trafega entre o cinismo e a treva: uma vez afetada a liberdade de imprensa, todas as liberdades estarão em perigo. Cinismo, diz ele, porque esta reivindicação agressiva trata de negar o óbvio: os meios de divulgação e de formação de opinião vêm se concentrando, de forma brutal, no mundo inteiro, nas mãos de grandes empresas”.

Marco Aurélio Weissheimer é jornalista da Agência Carta Maior (correio eletrônico: gamarra@hotmail.com)

Copiado do site http://www.novae.inf.br

quarta-feira, novembro 08, 2006

A quem interessa a censura na internet?

PMDB, PFL e PSDB mantêm entre os deputados estaduais eleitos com concessão de rádio e TV a liderança observada no Congresso. As novas Assembléias terão, entre os 53 concessionários que declararam os bens à Justiça Eleitoral, 12 parlamentares do PMDB, 12 do PFL e 8 do PSDB, ou 60,3% do total. Entre senadores e deputados federais, essa proporção é de 67,5%.

A maior novidade na lista dos deputados estaduais concessionários por partido é a entrada do PSB no quarto lugar, no lugar de PP e PL, que dividiram o posto entre os congressistas. O PSB tem cinco estaduais com rádio ou TV, ou 9,4% do total. PL e PP diminuíram de 15% para 11,4% a proporção observada entre senadores e deputados federais.

Ao todo são 12 partidos cujos deputados estaduais declararam rádios ou TVs aos Tribunais Regionais Eleitorais. Entre os congressistas, são 13 partidos na lista engrossada pelos levantamentos da Universidade de Brasília (no caso dos deputados federais) e Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunicação, o Epcom (no caso dos senadores).

O PT, por exemplo, que aparece nessa lista engrossada pelo Epcom, a partir do critério da posse de rádio e TV por algum parente do parlamentar, fica de fora na lista dos congressistas que declararam esse tipo de bem aos TREs.

Total geral

Para o quadriênio 2007-2010, são 153 parlamentares (53 deputados estaduais, 53 deputados federais e 27 senadores) com algum controle de rádio ou televisão, conforme as listas da Agência Repórter Social - duas delas baseadas também nos dados da UnB e Epcom.

Entre eles, o PMDB lidera a lista por partidos, com 32 parlamentares. Em seguida vêm o PFL, com 30, o PSDB, com 24, PL e PP, com 9 cada, PSB, com 8, PDT, PPS e PTB, com 4, PV e PRTB, com 2, PMN, PRB, PT e PTC com 1.

Confira a lista entre os deputados estaduais eleitos:

PMDB – 12 parlamentares (22,6%)

PFL – 12 parlamentares (22,6%)

PSDB – 8 parlamentares (15,1%)

PSB – 5 parlamentares (9,4%)

PP – 3 parlamentares (5,7%)

PL – 3 parlamentares (5,7%)

PDT – 3 parlamentares (5,7%)

PPS – 2 parlamentares (3,8%)

PV - 2 parlamentares (3,8%)

PMN, PTB e PRTB – 1 parlamentar cada

E a lista entre os senadores e deputados federais:

PMDB – 20 parlamentares (13 deputados) - 25%

PFL – 18 parlamentares (9 deputados) – 22,5%

PSDB – 16 parlamentares (10 deputados) – 20%

PL – 6 deputados – 7,5%

PP – 6 deputados – 7,5%

PTB – 3 parlamentares (2 deputados) – 3,75%

PSB – 3 parlamentares (2 deputados) – 3,75%

PPS – 3 deputados – 3,75%

PRB, PT e PRTB – 1 senador cada

PDT e PTC – 1 deputado cada

LEIA MAIS:

- BANCADA DA COMUNICAÇÃO - 5% dos 1.059 estaduais eleitos declararam ao TRE ter rádio ou TV

- Deputado do PRTB lidera a lista por valor da concessão, entre estaduais eleitos

- No Nordeste, 26 deputados estaduais eleitos têm rádio ou TV

- No Centro-Oeste, quatro deputados estaduais eleitos têm rádio ou TV

- No Sudeste, 15 deputados estaduais eleitos têm rádio ou TV

- No Sul, oito deputados estaduais eleitos têm rádio ou TV

Copiado da Revista FÓRUM, no endereço http://www.revistaforum.com.br